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Deusa e mãe do amor, Quem a despreza sofre em silêncio Quem a encontra sacia a alma És o verbo da vida És a dona da morte Quem lhe enfrentará? Quem permanecerá em tua presença? És cada um, e entre todos Não há tempo ou espaço  Serias tu o meu fim? Encontraria eu vida Superando a ti?

Memória

Memória  Viajas em um livro chamado passado  Me faz personagem romântico trágico  Novelas e dramas, vida e família  Retrato retrátil 3/4 enquadrado  Teatro de dedos, O que toco eu sinto  E se me levo pelo sinto É o toque quem me leva És tudo em si mesma  Se algo há que não está em ti Esquecido estará, lançado no espaço Já que do tempo és grande aliada.

A Pureza

 É outra idéia inventada,  Jamais viu a luz do nosso mundo, Permanece na escuridão, Onde também estão Justiça, Liberdade e Felicidade. 

O poder

Que em mim não havia, vez ou outra me visitava Deveria ser Deus, além de mim Eu por ser fraco, voltaria para minha disciplina Pois do poder me tornara dependente Com os ouvidos não ouvia, e mesmo vendo não enxergava, Não compreendia uma só palavra, daquele a quem eu jurara ser fiel 

O primeiro adversário

É o medo  E por quantas vezes me apavorastes E por tantas me fez fugir A dor da covardia, lágrimas e súplicas Já morreste, velho amigo

O Estado das ideias e o caminho do Vento

Parece existir a muito tempo a consciencia humana de ordem, controle como também parece existir antes mesmo a vontade humana de reinventar o futuro, ainda sem conhecer que estaria apenas revisitando o passado.  Eu e Tu já sentimos por debaixo das asas o caminho dos ventos, e entregue ao vento se deixar voar, o vento Nós não controlamos, nele voamos e não há tudo e não há nada, só apenas há.  

Onde está a felicidade?

Amigo(a) percebe que a felicidade não está lá fora, mas aqui dentro? Sim aqui dentro! Não está na profissão, no estado civil, na conta bancária, na saúde do corpo, na nacionalidade, em nada disso. Afinal todas essa coisas passam, e se felicidade passa então seria loucura passar a vida em busca dela.